Sexo à mostra. Uma festa transparente e liberta!

A intensidade de uma sexualidade livre é tocante. 

Pode ser até pela própria experiência que eles vão adquirindo à cada festa e até mesmo por uma certa amizade e intimidade ao longo de cada encontro. Eu acredito que seja mais pelo autoconhecimento de cada um que essa evolução vai acontecendo. Todos vão aprendendo se entregar e dizer sim ou não para aquilo que realmente gosta. Que festa! Que noite sexualmente intensa...

Casais e singles que eu acompanho desde algumas palestras e em praticamente todas as festas, vão me mostrando aos poucos o que estavam em busca. Essa noite eu vi de tudo!

Muitos membros se perguntam porque na maioria das vezes eu não tenho interação sexual nas festas ou desejam saber como conseguimos, o Ed e eu, dar liberdade um ao outro. Muitos casais tem dificuldade em se aventurar no universo liberal por ciúmes principalmente, sendo essa a pergunta que praticamente todos nos fazem. Escrevendo talvez eu me expresse melhor do que falando, mas antes que eu responda, vou contar o que a presença do Edgar significa na minha vida.

Prepare-se emocionalmente, pois a música de hoje vai parecer estranha. rs 

 

Eu sendo praticamente uma celta, sou apaixonada por músicas irlandesas. Está no meu sangue! Eu falo que isso é memória de DNA. Existe em mim uma certa poesia celta até por conta de minhas origens. É um lado meu que vocês ainda não conhecem.

 

Foram muitos anos desejando a presença do Ed comigo. Vezes que eu chorava sozinha imaginando como seria se ele estivesse perto de mim. E quem diria que viveríamos tudo isso? Esse refrão em irlandês, Siúil, siúil, siúil a rúin, significa:  Caminhe a caminho da ruína. Viaje e aproveite sua jornada! Caminhe até a porta e me escute pois você vai para mares ensolarados.

Essa música conta a história de um mulher e um homem que se amavam e caminhavam por uma colina quase todo o pôr do sol. Ele decidiu ir à França deixando seu grande amor para ir atrás do seu destino. Ela vendeu tudo o tinha (sua roda de tear, suas varas de pescar e seu carretel de linha), só para que ele pudesse comprar uma espada e ir atrás de seu sonho. Não é fácil abrir mão da posse de alguém para ver essa pessoa ir buscar suas razões, mas é isso que o amor verdadeiro faz. Dá ferramentas para aqueles que amamos buscarem um significado para seus sonhos. O Ed e eu fizemos isso e por muito tempo abrimos mão um do outro até não aguentarmos mais... Algumas vezes a dor vem antes da felicidade, e exatamente por isso, toda essa confiança que temos um no outro se baseia em anos de uma história onde ambos vivíamos dando ferramentas para o outro partir. Nem tudo é fácil como parece e por causa de nossos anos de espera, hoje aproveitamos cada momento juntos. Não temos mais problemas em dar ferramentas de descoberta um ao outro, pois sabemos que caminharemos a caminho da ruína, mas sempre voltaremos para casa. Nosso casamento é o melhor mar ensolarado que já pudemos ver de perto.

 

Muitas vezes não interagimos pois para nós, sexualmente falando, estarmos um ao lado do outro nos basta. Adoramos incrivelmente assistir o show de cada um de vocês e absorvemos cada gemido e cada expressão, pois vocês são o reflexo de toda nossa história.

Quando estamos juntos assistindo o sexo de vocês estamos nos transportando para anos atrás de nosso passado e nos perguntando o que fizemos para ter tanta sorte ao merecer conhecer cada um de vocês. Sentimos o desejo e a parceria de vocês crescer junto com nossa história e com certeza isso tudo é um marco no hoje, que será lembrado junto com nossas caminhadas nessa vida.

 

Eu me defino 99% voyeur. Mas só 99, porque eu também curto uma brincadeirinha. rs

Passear pela festa e ver a noite se transformar em um vulcão em plena erupção, não pode ser definido com simples palavras. Vocês só podem entender o que eu digo presenciando.

As festas de motel tem como marca registrada a interação no andar da piscina. Não nessa! Essa começou com danças românticas e sensuais na pista, sinuca com muito sexo e diferentes orgasmos. Dava pra sentir o calor vindo da sala que começou com um simples jogo de bilhar entre uma musa de Brasília e seu esposo.

 

Essa silhueta abaixo é dela, debruçando na mesa de sinuca deixando aparente o enfeite do seu cabelo curto repicado com a franja alongada.